<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Exposições &#8211; JOSÉ SÉRGIO</title>
	<atom:link href="https://josesergio.com/portcat/exposicoes/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://josesergio.com</link>
	<description>FOTOGRAFO</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Oct 2025 09:49:24 +0000</lastBuildDate>
	<language>en-US</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.4</generator>

<image>
	<url>https://josesergio.com/wp-content/uploads/2024/11/josesergio_icon.jpg</url>
	<title>Exposições &#8211; JOSÉ SÉRGIO</title>
	<link>https://josesergio.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>DE CORPO FECHADO</title>
		<link>https://josesergio.com/portfolio/de-corpo-fechado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[josesergio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 16:00:25 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://josesergio.com/?post_type=port&#038;p=2262</guid>

					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="De Corpo Fechado" width="940" height="529" src="https://www.youtube.com/embed/XcxoMQ8Np2U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Urgência Petrificada: Bairros da Noruega para retornados</title>
		<link>https://josesergio.com/portfolio/urgencia-petrificada-bairros-da-noruega-para-retornados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[josesergio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 11:26:10 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://josesergio.com/?post_type=port&#038;p=2200</guid>

					<description><![CDATA[CURADORIA DE JOAQUIM MORENO]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>CURADORIA DE JOAQUIM MORENO</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Do Princípio Do Mundo</title>
		<link>https://josesergio.com/portfolio/do-principio-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[josesergio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Mar 2025 19:56:58 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://josesergio.com/?post_type=port&#038;p=2186</guid>

					<description><![CDATA[do Princípio do Mundo, Projecto de Fernando Mota Nas terras de Lafões, Fernando Mota trabalhou com o fotógrafo José Sérgio durante uma semana, em janeiro de 2023. Percorreram a Serra de São Macário, passando pela Aldeia da Pena e Covas do Monte, pelo Poço Azul e pelas margens do Rio Vouga, onde recolheram os materiais naturais e os sons que deram origem às imagens e às peças sonoras da instalação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>do Princípio do Mundo, Projecto de Fernando Mota</p>
<p>Nas terras de Lafões, Fernando Mota trabalhou com o fotógrafo José Sérgio durante uma semana, em janeiro de 2023. Percorreram a Serra de São Macário, passando pela Aldeia da Pena e Covas do Monte, pelo Poço Azul e pelas margens do Rio Vouga, onde recolheram os materiais naturais e os sons que deram origem às imagens e às peças sonoras da instalação.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A viagem que Guerra Junqueiro nunca fez</title>
		<link>https://josesergio.com/portfolio/a-viagem-que-guerra-junqueiro-nunca-fez-4/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[josesergio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 May 2021 14:56:51 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">http://josesergio.com/?post_type=port&#038;p=1931</guid>

					<description><![CDATA[A viagem que Guerra Junqueiro nunca fez “Ó cínica Inglaterra, ó bêbeda impudente, Que tens levado, tu, ao negro e à escravidão? Chitas e hipocrisia, evangelho e aguardente, Repartindo por todo o escuro continente A mortalha de Cristo em tangas d’algodão” Guerra Junqueiro, À Inglaterra (em Finis Patriae, 1890) Em 1890, Guerra Junqueiro foi eleito deputado pela segunda vez, representando o distrito de Quelimane, em Moçambique, território que nunca tinha visitado e que nunca viria a visitar. Meses antes, a Inglaterra humilhara Portugal com um ultimatum que aniquilava definitivamente o sonho cor-de-rosa de unir os domínios portugueses de Angola e Moçambique numa faixa contínua de terreno, estendida da costa à contracosta; em resposta, o até então genuinamente monárquico Guerra Junqueiro (filiara-se em 1879 no Partido Progressista) humilhará o Rei D. Carlos num poema, O Caçador Simão, que há-de aparecer quase a fechar o seu inflamado Finis Patriae, manifesto dirigido “à mocidade das escolas” posto a circular em Abril desse ano. Pouco tempo depois, em 1891, juntava-se ao Partido Republicano. O que significaria em 1890, para um português de Freixo de Espada à Cinta, uma palavra tão estrangeira como Quelimane? Que imagem mental teria Guerra Junqueiro desse longínquo distrito da Zambézia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A viagem que Guerra Junqueiro nunca fez<br />
“Ó cínica Inglaterra, ó bêbeda impudente, Que tens levado, tu, ao negro e à escravidão? Chitas e hipocrisia, evangelho e aguardente, Repartindo por todo o escuro continente A mortalha de Cristo em tangas d’algodão”<br />
Guerra Junqueiro, À Inglaterra (em Finis Patriae, 1890)<br />
Em 1890, Guerra Junqueiro foi eleito deputado pela segunda vez, representando o distrito de Quelimane, em Moçambique, território que nunca tinha visitado e que nunca viria a visitar. Meses antes, a Inglaterra humilhara Portugal com um ultimatum que aniquilava definitivamente o sonho cor-de-rosa de unir os domínios portugueses de Angola e Moçambique numa faixa contínua de terreno, estendida da costa à contracosta; em resposta, o até então genuinamente monárquico Guerra Junqueiro (filiara-se em 1879 no Partido Progressista) humilhará o Rei D. Carlos num poema, O Caçador Simão, que há-de aparecer quase a fechar o seu inflamado Finis Patriae, manifesto dirigido “à mocidade das escolas” posto a circular em Abril desse ano. Pouco tempo depois, em 1891, juntava-se ao Partido Republicano.<br />
O que significaria em 1890, para um português de Freixo de Espada à Cinta, uma palavra tão estrangeira como Quelimane? Que imagem mental teria Guerra Junqueiro desse longínquo distrito da Zambézia que lhe coubera representar? O que saberia ele das multidões de escravos (em 1859 eram, oficialmente, pouco menos do que dez mil) que por essa altura já haviam desaguado na cidade mandada fundar por Portugal junto à foz do Rio dos Bons Sinais; dos palmares a perder de vista que prazeiros e prazeiras herdavam dos pais e transmitiam aos filhos; ou das plantações de coqueiros, sisal e amendoim que companhias majestáticas como a que o seu amigo Oliveira Martins chegou a dirigir geriam a partir de Lisboa? O que o faria acreditar que, ao contrário da “cínica”, “bêbeda” e “impudente” Inglaterra a que se atirava no final de Finis Patriae, Portugal levava “ao negro e à escravidão” mais do que “chitas e hipocrisia, evangelho e aguardente”?<br />
Antes, durante e depois da sua brevíssima carreira como deputado pelo distrito de Quelimane, Guerra Junqueiro foi um coleccionador de antiguidades e de objectos de arte. Da sua colecção, em grande parte depositada na Casa-Museu Guerra Junqueiro, não constam quaisquer peças africanas. Nalgumas das suas biografias, Moçambique não é sequer uma nota de rodapé. Mais de cem anos depois, sem a pretensão de reparar uma injustiça histórica, esta exposição ficciona o seu encontro com um território que nunca visitou.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Presentes! Africanos e Afrodescendentes no Porto</title>
		<link>https://josesergio.com/portfolio/presentes-africanos-e-afrodescendentes-no-porto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[josesergio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2020 12:07:29 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">http://josesergio.com/?post_type=port&#038;p=1826</guid>

					<description><![CDATA[&#160; Presentes! Africanos e Afrodescendentes no Porto é um primeiro esforço para fixar um retrato colectivo, certamente incompleto e aberto a actualizações, de uma comunidade em acelerado crescimento na cidade mas cuja inscrição no espaço público permanece deficitária. E é também um esforço para que, confrontado com este seu talvez inesperado espelho, o Porto possa reconhecer-se — e festejar-se! — como uma cidade não exclusivamente branca. Maioritariamente encontradas ao acaso, em deambulações aleatórias pela cidade, as 40 pessoas que aqui aparecem fotografadas — algumas recém-chegadas, outras aqui nascidas; algumas de passagem, outras profundamente enraizadas — materializam uma comunidade cuja presença física e simbólica foi, até ao momento, pouco documentada, ou mesmo genericamente ignorada. Eu próprio um membro desta multidão, junto-me a elas nesta instalação que pode ser vista como uma manifestação, uma vigília, uma festa, ou apenas como uma assembleia de afroeuropeus, afroportugueses, afroportuenses — sem hífen — na cidade a que chamam casa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Presentes! Africanos e Afrodescendentes</em> no Porto é um primeiro esforço para fixar um retrato colectivo, certamente incompleto e aberto a actualizações, de uma comunidade em acelerado crescimento na cidade mas cuja inscrição no espaço público permanece deficitária. E é também um esforço para que, confrontado com este seu talvez inesperado espelho, o Porto possa reconhecer-se — e festejar-se! — como uma cidade não exclusivamente branca.</p>
<p>Maioritariamente encontradas ao acaso, em deambulações aleatórias pela cidade, as 40 pessoas que aqui aparecem fotografadas — algumas recém-chegadas, outras aqui nascidas; algumas de passagem, outras profundamente enraizadas — materializam uma comunidade cuja presença física e simbólica foi, até ao momento, pouco documentada, ou mesmo genericamente ignorada. Eu próprio um membro desta multidão, junto-me a elas nesta instalação que pode ser vista como uma manifestação, uma vigília, uma festa, ou apenas como uma assembleia de afroeuropeus, afroportugueses, afroportuenses — sem hífen — na cidade a que chamam casa.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
